AMORVERO
PTEN
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Todos são bem-vindos. Welcome.

Amorvero é uma filosofia de cultura, expressa em casas históricas de hospitalidade. Quando fecham os restaurantes e os bares antigos, o bairro perde o sítio onde a sua gente se encontra. O preço de um prato é política. A hospitalidade é política.

Amorvero liga casas históricas a investidores. Manter os lugares com legado a funcionar em vez de construir novos.

Reparar, não replicar.

Entrar na cultura, sem a tirar.

Legado é luxo.

Todos são bem-vindos.

Um restaurante não tem de ser mais uma câmara de eco.
O Palmeiral na esquina da Travessa de São José, no Príncipe Real, com mesas amarelas na esplanada
O restaurante do fundador. Não é uma casa Amorvero.
Prova do método

O Palmeiral

Uma mercearia de 1870 na Travessa de São José. A carpintaria original, o mobiliário da loja ainda no lugar. O dono recusou todas as propostas durante quinze anos, porque todas eram para comprar tudo.

Em 2023, Daniel Bernardi investiu. O proprietário ficou com metade.

Edifício
Mercearia de 1870, Príncipe Real
Lugares
34 — 18 dentro, 16 na esplanada
Cozinha
Italiana e local. Sem congelador.
Propriedade
Em parceria com o dono histórico desde 2023
Mapa de prospeção
A hospitalidade precisa de bom serviço, mas também de bons clientes.
Contacto

Duas maneiras de entrar.

Conhece uma casa que possa precisar de ajuda?

Uma preferida, a da sua família, ou uma que simplesmente viu da rua.

Uma tasca com toalha de papel e o prato do dia anunciado à porta. Um café que ainda serve cariocas aos avôs.

Entramos nos negócios que já existem, não os compramos.

Diga-nos o que viu, e partilhe uma fotografia.

Quer investir?

Ligamos capital de investimento a casas singulares. Não é um fundo, nem uma carteira.

Cada casa é avaliada pelo seu próprio mérito. Vê os números antes de alguém assinar.

As oportunidades nunca se anunciam publicamente. Diga-nos que tem interesse.

Perguntas

Quais são os princípios?

Estes princípios carregam a intenção da parceria, não os detalhes. Legado, investimento, Amorvero.

  1. Três partes, e a equipa. O proprietário traz a casa: o arrendamento ou o edifício, o nome, os clientes de sempre. O investidor traz o dinheiro. Amorvero traz o negócio e depois gere a operação. A equipa faz a casa funcionar todos os dias, e pode vir a ser dona de uma parte dela.
  2. Sem conglomerado. Cada negócio vive na sua própria sociedade, com as suas contas e os seus sócios. Quando dois espaços pertencem genuinamente um ao outro — vizinhos, uma família, uma cozinha — podem partilhar a mesma sociedade. O que nunca fazem é juntar-se num grupo. Sem guarda-chuva, sem participações cruzadas, sem um espaço a carregar os problemas de outro.
  3. Uma só participação. Todos os sócios detêm a mesma classe de participação, ao mesmo preço, no mesmo dia. Sem acordos paralelos.
  4. Amorvero é paga em participações, depois em comissão. Sem comissão de intermediação. Amorvero é paga em participações por encontrar o espaço, construir o negócio e definir o caminho a seguir. A partir daí, recebe uma comissão de gestão por gerir as operações.
  5. Ordem de pagamento. Primeiro os salários, os fornecedores, a renda, a comissão de gestão e a reserva de manutenção. O que sobra reparte-se uma vez por ano, na proporção das participações, em partes iguais por participação.
  6. A família fica. O proprietário continua sócio enquanto a família quiser, e a participação passa a quem a herdar. Os herdeiros que não queiram gerir um restaurante não têm de o fazer. Podem manter a participação, ou vendê-la nos termos do ponto 8.
  7. A casa tem uma chave. Reparar, não replicar. O mobiliário, as instalações e a forma da casa alteram-se por maioria. O nome na porta só se altera se o proprietário concordar.
  8. Sair. O retorno das participações são os dividendos. O sócio que encontre um comprador de fora tem de oferecer primeiro as mesmas participações aos restantes sócios, nas mesmas condições, mostrando a proposta. Se ninguém as quiser, a venda avança.
  9. Mais dinheiro, mais tarde. Um negócio volta a precisar de capital — o forno, o telhado, um ano mau. Vem como empréstimo ou como novas participações, de qualquer sócio, do gerente que entra, ou de alguém de fora que todos aceitem. As novas participações são oferecidas primeiro a todos os sócios, para que ninguém seja diluído por surpresa.
  10. A equipa pode entrar. Quem gere bem a casa pode pedir para entrar no capital da sociedade. É um caminho, não uma obrigação. Um espaço pode igualmente pagar um salário a um gerente e ficar por aí.
  11. Padrões. Turnos justos, equipas formadas, origem honesta do produto, contratos cumpridos. Todos os sócios se comprometem com isto. Todos os sócios são medidos por isto.
  12. Afastar um sócio. Apenas por furto, fraude, condenação ou violação grave do ponto 11. E apenas por venda forçada a preço de mercado. Desentendimentos não são fundamento. Ninguém é afastado por ser difícil ou chato.
  13. O que Amorvero suporta. A procura, as conversas que não dão em nada, os contabilistas em espaços que nunca assinam. Anos disso, pagos por Amorvero, por cada um que resulta.
  14. O que se arrisca. O que se pôs, e nada mais. A hospitalidade é um negócio de risco e alguns destes vão falhar. Lei portuguesa. Tribunais de Lisboa.
Como posso saber mais?

Preencha o formulário que lhe corresponder. Se conhece uma casa, ou tem uma: Conhece uma casa Se tem capital para investir: Capital para investir

Quem está por trás do projeto?

Daniel Bernardi, ítalo-irlandês, a viver entre Lisboa e o Alentejo. Proprietário do Restaurante O Palmeiral, numa mercearia de 1870 no Príncipe Real, em sociedade com o Bruno, que foi o primeiro a transformar a antiga loja em restaurante há 20 anos. O Daniel dirige também festas, projetos e eventos através da sua agência de Londres, a TRUE Hospitality.